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Editora Unesp

29
Julho
2013

A Abolição

Cliente: Editora Unesp
Serviços: Revisão

Revisão do inglês do livro A Abolição.

O livro apresenta a evolução do processo desde a derrocada das doutrinas que justificavam a escravidão, a partir da ascensão da burguesia na Europa ao longo do século 18, até a gradual adesão dos fazendeiros ao trabalho livre. Contextualiza a pressão da Inglaterra pelo fim do tráfico e discorre sobre suas consequências, abordando ainda os reflexos das leis emancipadoras e do desenvolvimento econômico sobre o regime escravocrata. Sem deixar de lado a importância dos movimentos abolicionistas, que concederam legitimidade às revoltas dos escravos, violentamente reprimidas durante o período colonial.


24
Junho
2013

Machado de Assis: Crítica literária e textos diversos

Cliente: Editora Unesp
Serviços: Revisão

Ao apresentar o Machado de Assis crítico literário, este livro também revolve os primórdios dessa atividade no país, que floresceu juntamente com a própria literatura brasileira, num momento – meados do século 18 – em que esta despontava, no meio intelectual, como um dos elementos com força para ajudar a legitimar a nação recém emancipada. Além de um conjunto significativo de textos do escritor veiculados em periódicos da época, parte jamais publicada em livro, a obra traça toda sua trajetória como crítico, retratando seu amadurecimento como um dos precursores dessa função no país.

Machado de Assis começou a escrever críticas nos anos 1850 e só voltou ao posto de cronista na imprensa (na “Gazeta de Notícias”) em 1892, de acordo com esta pesquisa. Jovem, mas já consagrado como escritor, ele sabia, desde o início, que estava plenamente credenciado para a tarefa. Tanto que, diferentemente de seus contemporâneos, priorizava a produção literária do presente – chegou a publicar crítica negativa sobre um romance de um escritor então louvado, José de Alencar, que ele próprio já chamara de mestre.

A crítica de Machado de Assis, mostra ainda a obra, carrega as mesmas características de estilo de seu texto literário, inclusive sua notória ironia. Essa marca está tão presente que Raimundo Magalhães Júnior criou a expressão “crítica às avessas”, para se referir àqueles textos em que o escritor louva exageradamente o que na verdade considerava ruim ou péssimo.

Apesar de sua independência e imparcialidade, Machado de Assis procurava preservar-se em determinadas circunstâncias: “São rápidas impressões vertidas para o papel, sem ordem, nem pretensão crítica”, escreveu em comentário sobre a poesia de Antônio Castilho, lembrando  que, se apontou defeitos foi porque, sendo este “mestre na literatura portuguesa”, “pode induzir em erro os que forem buscar lições nas suas obras”.


24
Junho
2013

Doce Violência: A ideia do trágico

Cliente: Editora Unesp
Serviços: Preparação

Este livro propõe uma leitura política do conceito do trágico, numa tentativa de jogar luz sobre o desespero humano na era contemporânea, do chamado capitalismo tardio. Terry Eagleton parte da convicção de que um materialismo genuíno, que se opõe tanto ao relativismo historicista quanto ao idealismo, precisa levar em conta também os aspectos da existência que constituem as estruturas permanentes do ser humano, entre os quais está a realidade do sofrimento.

Com base nas ideias de Hegel e Freud, ele constrói um novo conceito de tragédia, crítico tanto em relação à visão dos conservadores – para quem a tragédia está morta, pois já não há deuses nem se acredita em destino – quanto à abordagem da esquerda, para a qual a tragédia simplesmente não é mais desejável.


24
Junho
2013

Felicidade

Cliente: Editora Unesp
Serviços: Tradução de livros

Com foco na Europa e nos Estados Unidos, Greve examina como o conceito de felicidade pode contribuir para a compreensão de aspectos centrais da sociedade moderna, investigando desde questões relacionadas à análise do Estado de bem-estar social até o cotidiano dos indivíduos. Ao enfatizar as diferentes conotações e usos do conceito, o livro pretende  contribuir com a melhoria da percepção a respeito das situações que têm impacto nas sociedades e das razões que as tornam bons lugares para viver.

Greve sugere que os governos e a economia se beneficiariam se aprofundassem seus conhecimentos acerca da felicidade. As pesquisas, diz, poderiam ser usadas como guias diferenciados de gestão de recursos. Se, por exemplo, dois tipos de intervenção trouxessem semelhantes impacto e custos, seria mais interessante optar pelo que garantisse melhoria mais substancial no nível de felicidade. Como, no entanto, saber o que tornará as pessoas mais felizes? O aperfeiçoamento dos estudos de medição pode ser um caminho: “As pessoas, na verdade, são capazes de responder sobre o que entendem por felicidade não apenas no curto prazo, mas também no longo prazo.”

 


19
Março
2013

Mercadores de Cultura

Cliente: Editora Unesp
Serviços: Revisão

O mais ambicioso estudo sobre os últimos 30 anos do mercado editorial,este livro esquadrinha a lógica de exploração do campo das publicações comerciais de língua inglesa nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, desde a década de 1960. E proporciona uma reflexão sobre a influência dos desdobramentos dessa lógica na cultura literária e intelectual daqueles países ao longo dos anos.

John B. Thompson acompanha as transformações do segmento, tanto no que concerne a formatos e conteúdos, quanto a modelos de negócios e estratégias de marketing e distribuição, apresentando os desafios contemporâneos a essa indústria, hoje às voltas com o debate sobre o alcance do livro digital em relação ao impresso, os reflexos da era digital na cadeia produtiva, o processo em curso de superconcentração das vendas no varejo on-line.


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