Portfólio

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SESC São Paulo

15
Setembro
2014

Pontos de Vista - Artistas e seus referenciais


Organizado por Simon Grant, o livro reúne setenta e oito artistas contemporâneos, de várias partes do mundo, que discorrem sobre suas obras favoritas, num período que compreende desde o século XV até a década de 1960, e que têm influenciado seus trabalhos. O resultado é uma combinação eclética de obras ao redor do mundo, cujos comentários centrados em aspectos subjetivos, além de dados históricos, fornecem uma história alternativa da arte. Sob este aspecto, o livro se destaca ao apresentar surpresas e improváveis afinidades artísticas, algumas nunca antes reveladas, compondo um conjunto de percepções e reminiscências sobre as influências determinantes do trabalho de alguns artistas sobre aqueles que deles falam. Entre os artistas convidados e suas respectivas referências encontram-se: Eija-Liisa Ahtila(Pablo Picasso), John Baldessari (Sigmar Polke), Marcel Craig-Martin (Marcel Duchamp), Ernesto Neto (Lygia Clark), Tacita Dean (Paul Nash), Vik Muniz (Peter Paul Rubens), Julião Sarmento (Eugène Delacroix), Hiroshi Sugimoto (Petrus Christus), Bill Viola (Giovanni Bellini), Mark Wallinger (Diego Velázquez), Zhang Huan (Leonardo da Vinci) Thomas Hirschhorn (Andy Warhol).

Tradução: Thais Rocha


31
Julho
2014

Mitologia: um guia dos mundos imaginários


Trata-se de um guia completo sobre histórias extraordinárias de todo o mundo. Cada cultura tem seus próprios mitos e neste compêndio estão reunidas algumas das lendas mais duradouras da humanidade. São histórias de todos os cantos, provenientes das mitologias judaico-cristã, grega, romana, egípcia, hindu, aborígine australiana, mesopotâmica, chinesa, japonesa, coreana, celta e americanas, abordando a criação do mundo, os amores eternos, deuses e heróis, monstros terríveis, a vida após a morte e o submundo. O autor mostra como muitos mitos compartilham padrões em comum e como a imaginação humana, em toda a sua diversidade, vem se expressando através dos tempos. Ilustrado com imagens belíssimas e bizarras, Mitologia agrada a qualquer interessado em conhecer o mundo que nos cerca, sob a ótica das histórias mitológicas.


01
Março
2014

Cenografia brasileira

Cliente: SESC São Paulo
Serviços: Versão

CENOGRAFIA BRASILEIRA
Notas de um cenógrafo

Esta obra busca compilar um conteúdo e uma memória fundamentais para a compreensão da produção cenográfica brasileira atual. Composto por escritos e imagens resultantes de ampla pesquisa, o livro discorre sobre os seguintes tópicos: cenografia brasileira desde seus primórdios até os dias atuais; cenógrafos e experiências anteriores à década de 1940; cenografia analisada década a década de 1940 a 1990; cenografia de festivais; exposições e centros de estudos; a situação do profissional cenógrafo; cenógrafos mais representativos nacionalmente.


BRAZILIAN SCENOGRAPHY
Notes of a Scenographer

This work gathers contents and memories central to the understanding of the current Brazilian stage set design. With texts and pictures resulting from a extensive research, the book is divided into the following topics: Brazilian set design from its beginnings to the present day, scenographers and experiences prior to the 1940s, scenography decade by decade from the 1940s to the 1990s, scenography for festivals, exhibitions and research centers, the status of the professional scenographer and the most important Brazilian scenographers.


10
Fevereiro
2014

A memória, a justiça e o perdão

Cliente: SESC São Paulo
Serviços: Diagramação

É possível perdoar? Perdoar é o mesmo que esquecer? Quem pode fazê-lo? Serve para alguma coisa? O que tem a ver a justiça com a memória? O rancor é bom?

A memória, a justiça e o perdão, de Amelia Valcárcel, investiga a fundo todas estas questões, sua história e seus marcos de significância. Se o perdão é um tipo de novidade normativa que tem a ver com a memória, esta nunca funciona sem uma base valorativa. Assim, memória e perdão são duas caras da mesma moeda, ainda que cada um se apoie em valores distintos.
O tema da memória está em aberto, palpita. E tem no perdão seu oposto: a memória do mal realizado ainda produz medo e ressentimento. Estudá-lo e aplicar a ele a frieza da análise é obrigatório porque não só aqui estamos carentes de perdão, sua necessidade é agora mundial.


20
Novembro
2013

A história dos Caxinauás por eles mesmos

Cliente: SESC São Paulo
Serviços: Revisão

O livro, organizado por Eliane Camargo e Diego Villar, reúne 25 narrativas referentes à vida dos caxinauás, grupo indígena que ocupa um vasto território na bacia dos rios Juruá e Purus, nas baixas terras, entre o Brasil e o Peru, totalizando uma população de aproximadamente seis mil indivíduos – 75% dos quais encontram-se em terras brasileiras. Apresentada nas línguas caxinauá, portuguesa e espanhola, a obra conta com vasto material iconográfico e retrata desde o modo de vida dos antepassados e como se deu a dispersão do grupo até suas experiências no contato com uma sociedade não indígena.

 


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